13/05/2012

Educação é tudo

"Humildade" máxima para uma rubro-negra
Aí está a minha afilhada, Júlia, tão longe do Brasil, tão perto da Nação Rubro-Negra.

Júlia foi para os EUA ainda muito pequena e por lá ficou. Apesar da distância, ela é a prova que o flamenguismo não tem fronteiras.

Pelo visto, Júlia foi muito bem educada pelo meu irmão de coração, Igor "The Legend", que a ensinou a manter a "humildade" em níveis toleráveis. Reparem a expressão dela.

- Júlia, na próxima vez que você vier ao Rio, vamos ver o Mengão Doutrinador de perto.

08/05/2012

100 anos de futebol

Logomarca comemorativa: mais uma obra-prima de Ziraldo
Logomarca comemorativa: mais uma obra-prima do rubro-negro Ziraldo
A genialidade de Ziraldo pega carona em nossa história e tradição. Reparem que o autor não escreveu a palavra "Flamengo". Simples: o Flamengo não precisa ser lido, apenas vivido.

23/04/2012

Mais respeito à Nação

O que temos de mais precioso
O que se viu no primeiro semestre de 2012 foi um desastre. Não me lembro de ter visto o Flamengo fora das finais da Taça Guanabara e da Taça Rio consecutivamente. Na verdade não me lembro de ter visto o Flamengo fora da finalíssima do Campeonato Carioca. Mas isso é o de menos.

Estive ontem naquele estádio de atletismo, mas a cabeça e o coração seguiam magoados por aquele dia terrível da eliminação da Libertadores. Se despedir do Carioca para quem tem 32 títulos e ocupa o topo da cadeia alimentar não é nada. O duro mesmo foi não passar da fase de grupos do torneio continental, enquanto times coloniais e semicoloniais seguem adiante. Essa é a dor que atordoa.

Um time milionário comandado por um popstar decadente, dono da night carioca, sem nenhuma identificação com a torcida, não poderia dar em outra coisa. A verdade é que o Flamengo foi sequestrado e é refém do Ronaldo Gáucho. Lhe paga R$ 1.250.000,00 ao mês para fazer malabarismos nada eficientes dentro de campo. A diretoria do clube fez um investimento pesado sem nenhum retorno futebolístico ou financeiro. R-10 não nos dá títulos, dinheiro e tampouco alegria. Nos dá vergonha.

Agora a diretoria tem que reconhecer que seus planos foram por água a baixo e livrar-se desse mercenário. Não é possível que a falta de comprometimento de R-10 e o salário milionário que recebe não cause crises internas no elenco. O abatimento de Léo Moura e Vagner Love contrastam com a displicência do Gaúcho.  Cedo ou tarde essa contradição vai ter que explodir.

Há males que vem para o bem, já dizia minha vó. No entanto, o ditado popular não se aplica ao clube mais popular do mundo. Mesmo diante de tudo isso que estamos passando, Joel Santana segue como técnico e Ronaldinho como sequestrador.

Boas férias!

20/04/2012

História e tradição em tempos de pós-modernidade



É diferente de todos os esportes. Não à toa se tornou a “paixão nacional”. É diferente porque alucina, arrebata, move multidões. As cores encarnam mais de um século de rivalidade.

Mesmo em tempos de futebol business a paixão se preserva e desafia as leis do mercado. Diante da rotatividade fugaz, a lembrança e as tradições se conservam.

Me explico. Hoje dificilmente um jogador fica mais de dois anos em um clube. As diretorias armam um time para 6 meses, e no semestre seguinte as reformulações, dispensas e contratações tomam conta dos noticiários. Em geral se preserva uma base de três ou quatro, e os resto do time passa pela mão invisível de Adam Smith. E mesmo assim, os jogadores parecem carregar o peso do passado, seja ele recente, seja ele remoto.

Me explico mais uma vez. O vasco foi tri-vice do meu Mengão em 1999, 2000 e 2001. Que diabos o atual elenco tem a ver como isso? Aquele time já foi todo aposentado, ou quase todo (me corrijam os nerds). No entanto, os jogadores de hoje carregam a derrota de 10 anos atrás.

A mesma regra se aplica aos vencedores. É inegável que nos agigantamos enquanto eles se encolhem diante de nossa envergadura moral e futebolística. Na última rodada do Brasileiro 2011 isso ficou transparente como água. O vasco era o time sensação. Dedé pra cá, Dedé pra lá... E um monte de expectativa por parte da colônia portuguesa em apagar por uma vez por todas a marca registrada de “vice de novo”. O resultado? Uma trauletada na autoestime lusitana.

As provocações de Love e Deivid contra a bacalhoada nessa semana remontam esse esquema perverso e combinam o passado com o presente de forma desigual, combinada e brilhante.

Me permitam apenas um elogio ao rival. Obrigado, vasco! O time que me dá mais alegria é o Mengão. O segundo é o vasco.

Enfim, "a História é a mãe de todas as ciências", e no domingo a escreveremos mais uma vez.

13/04/2012

O Flamengo faz a Terra girar


Nunca entenderão o amor que sentimos pelo Flamengo
Nunca entenderão o amor que sentimos pelo Flamengo


Primeiro a lavação de roupa suja
O Flamengo não perdeu a classificação ontem. Perdeu quando:
- Demitiu um técnico para preservar os privilégios de um ex-jogador mercenário em exercício;
- Contratou um técnico provinciano para disputar um campeonato continental;
- O Joel escalou 4 volantes para se defender de um time que jogaria na Série B no Brasil;
- Entregou um jogo ganho em casa para um time colonial, fazendo a proeza de tomar 3 gols em 15 minutos. Isto é, 1 gol a cada 5 minutos;
- Patrícia Amorim acolheu AAdriano para fazer populismo com uma Nação apaixonada;
- Perdeu o brilho e não honrou o manto.

Depois um recado aos mal vestidos
- Vocês nos dão a certeza que definitivamente o Flamengo faz a Terra girar;
- Vocês vão morrer minoritários e microscópicos diante de nossa hegemonia imensurável;
- Nunca saberão o que é ser Flamengo;
- Mesmo diante do desastre, a camisa que mais se viu nas ruas dessa sexta-feira cinzenta foi a rubro-negra.

Pensando o futuro
- A barca tem que zarpar e levar embora Joel Retranca, Ronaldinho Gaúcho, Príncipe Willians, Júnior César (nunca pensei que sentiria saudades do Juan), David Braz e Wellington;
- O Flamengo precisa de jogadores como o Love, que chora de amor pelo time e tem identificação com a torcida;
- O R-10 não está nem um pingo preocupado com a eliminação na Libertadores. Nada justifica seu salário de R$ 1.250.000,00. Trata-se de um mercenário sem caráter, desleal, popstar decadente, pior custo-benefício do planeta;
- Foda-se o Carioca. Esperemos o Brasileiro e a luta pelo Hepta;
- Os cães ladram e a caravana não para. Seremos campeões.